16 março, 2012
Só você e eu...
14 março, 2012
Janelas
Entre muitas outras coisas,
tu eras para mim uma janela através da qual podia ver as ruas.
Sozinho não o podia fazer.
( Franz Kafka )
Este céu através das minhas janelas, pesado por tantas nuvens de futuras chuvas, lembrou-me você, com esses pequenos olhos usurpando estrelas quando todas elas se acendem.
A chuva barulhenta na calçada vai te lembrar que eu estou com frio, sentada na cama vendo a vida passar por mim, esperando você entrar através das minhas janelas.
Abro a janela para te espreitar, mas eu já desconfiava que tu sonhavas de lado, com os braços e pernas bem apertadinhos, tomando conta do meu mundo num abraço enrolado. Será impossível saber o que poderia acontecer se eu deixasse os meus sonhos para trás com o vento soprando às minhas costas. Uns sonhos que teimam em ficar aberto em comunicação com o teu. Sintonizados.
Acorda, não é o vento assoviando, sou eu que te canto, aquela que há tempos te ver nanar, num dorme bebê, lembras? Ou talvez você pudesse me tirar da tua mente como fones de ouvido...
Talvez você também ouça as chuvas de março fechando o verão...
A chuva barulhenta na calçada vai te lembrar que eu estou com frio, sentada na cama vendo a vida passar por mim, esperando você entrar através das minhas janelas.
Abro a janela para te espreitar, mas eu já desconfiava que tu sonhavas de lado, com os braços e pernas bem apertadinhos, tomando conta do meu mundo num abraço enrolado. Será impossível saber o que poderia acontecer se eu deixasse os meus sonhos para trás com o vento soprando às minhas costas. Uns sonhos que teimam em ficar aberto em comunicação com o teu. Sintonizados.
Acorda, não é o vento assoviando, sou eu que te canto, aquela que há tempos te ver nanar, num dorme bebê, lembras? Ou talvez você pudesse me tirar da tua mente como fones de ouvido...
Talvez você também ouça as chuvas de março fechando o verão...
28 fevereiro, 2012
27 fevereiro, 2012
Sétimo Céu
"Maldita essa escada que cansaria até os anjos!"
23 fevereiro, 2012
Falta de Poesia
quando
menina
corria de bicicleta
para contemplar:
um menino de olhos castanhos.
rua, sol, estrelas
ciúme de brincadeira alheia,
as horas corriam
estrelas acendiam.
sangue em curativo de panos.
pisa de pai, de mãe
amizade etérea
sem o amor Nato.
só espírito enamorado
corria de bicicleta
para contemplar:
um menino de olhos castanhos.
rua, sol, estrelas
ciúme de brincadeira alheia,
as horas corriam
estrelas acendiam.
sangue em curativo de panos.
pisa de pai, de mãe
amizade etérea
sem o amor Nato.
só espírito enamorado
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